Judas Tadeu foi um dos doze apóstolos, parente de Jesus, e é tradicionalmente identificado como autor de uma das cartas do Novo Testamento. É representado com a imagem de Cristo ao peito e uma chama sobre a cabeça, lembrando Pentecostes.
Por séculos foi pouco invocado — o nome parecido com o de Judas Iscariotes afastava os fiéis. A tradição diz que, justamente por isso, Deus lhe concedeu poder especial de intercessão nas causas mais difíceis, e foi assim que ele se tornou o advogado das causas impossíveis e desesperadas.
No Brasil a devoção é imensa. A festa, em 28 de outubro, leva multidões às igrejas dedicadas a ele, em filas que dobram quarteirões — gente pedindo emprego, saúde, a volta de alguém, a solução de algo que já não parece ter solução.
Esta vela acompanha a novena de São Judas e os dias 28 de cada mês, quando muitos devotos renovam o pedido. É também um presente que carrega recado: para quem está atravessando uma situação difícil e precisa ouvir que ainda há por onde esperar.






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