A devoção à Divina Misericórdia nasceu das revelações que Jesus fez a Santa Faustina Kowalska, religiosa polonesa, entre 1931 e 1938. Na visão, Cristo aparece de manto branco, a mão direita erguida em bênção e a esquerda tocando o peito, de onde partem dois raios — um vermelho e um pálido, lembrando o sangue e a água que jorraram de seu lado aberto na cruz.
Foi o próprio Jesus quem pediu que sob a imagem fosse escrita a frase que resume toda a devoção: Jesus, eu confio em Vós. Não é uma oração de pedido, mas de entrega — e talvez por isso a Divina Misericórdia tenha se espalhado tão rápido pelo mundo depois da canonização de Faustina, em 2000.
A Festa da Divina Misericórdia é celebrada no segundo domingo da Páscoa, e a Coroa da Divina Misericórdia costuma ser rezada às três da tarde, a Hora da Misericórdia.
Acender esta vela é um gesto pequeno diante de tudo isso, mas carrega o mesmo sentido: confiar, mesmo quando não se entende. Ela acompanha bem quem reza pedindo perdão, quem intercede por alguém distante da fé, ou quem simplesmente precisa de um lembrete visível de que a misericórdia não acaba.






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