A devoção ao Sagrado Coração ganhou forma a partir das revelações feitas a Santa Margarida Maria Alacoque, no convento de Paray-le-Monial, na França, entre 1673 e 1675. Jesus mostrou-lhe o próprio coração — envolto em chamas, coroado de espinhos, com uma ferida aberta e uma cruz no alto — e pediu que fosse honrado como sinal de seu amor pela humanidade.
Dessa devoção vêm práticas muito difundidas: a comunhão nas primeiras sextas-feiras do mês, a entronização da imagem nas casas e a consagração das famílias ao Sagrado Coração. A solenidade é celebrada na sexta-feira seguinte à oitava de Corpus Christi, em junho, e o mês inteiro lhe é dedicado.
A imagem é direta: um coração exposto, ferido, ainda assim ardendo. É a devoção de quem precisa lembrar que o amor de Deus não é abstrato nem distante.
A vela é escolhida com frequência para a entronização em casa nova, para as sextas-feiras de devoção e para o mês de junho. Forma par natural com a vela do Imaculado Coração de Maria.






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