Em outubro de 1717, três pescadores — Domingos, João e Felipe — lançavam as redes no rio Paraíba do Sul sem conseguir nada. Numa das tentativas trouxeram o corpo de uma pequena imagem de Nossa Senhora da Conceição; na seguinte, a cabeça. Depois disso, diz a tradição, a pesca foi tão abundante que quase afundou a canoa.
A imagem de terracota escura, de apenas 40 centímetros, passou de casa em casa antes de ganhar capela, basílica e o título de Padroeira do Brasil, concedido em 1930. Hoje o Santuário Nacional de Aparecida recebe milhões de romeiros por ano, e 12 de outubro é feriado nacional.
É a devoção mais brasileira que existe, e sua história diz muito: a imagem veio quebrada, das águas, para gente pobre que trabalhava e não pescava nada.
Esta vela serve para o altar de casa, para acompanhar a novena da padroeira em outubro e como presente a quem tem devoção antiga à Aparecida — que no Brasil é quase toda família.






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